Em linhas gerais, a cascavel, embora inofensiva quando não ameaçada, está preparada para dar o bote em todos aqueles que ousarem pisar na sua liberdade. A serpente, logo, simboliza a reatividade contra ataques externos.

A referência à figura da serpente remonta aos anos anteriores à Revolução Americana no século XVIII. Benjamin Franklin, uma influência já em meados de 1750, passou a utilizar, nas colunas do jornal em que escrevia, a figura de uma serpente fatiada em pequenas partes, a fim de simbolizar a desunião das treze colônias americanas frente à exploração da coroa britânica.

A medida em que a insatisfação com o império aumentava, os povos americanos passaram a se unir e organizar, o que culminou com o progressivo aumento dos conflitos.

Nesse processo revolucionário, surge a figura do general Christopher Gadsden, também grande liderança à época, que sugere a Benjamin Franklin que a imagem de uma serpente, de certa forma já conhecida pelo povo naquele contextos de união, fosse usada em uma bandeira para representar a luta do povo americano contra a tirania.

No auge da guerra, a imagem da serpente já estava internalizada no imaginário popular dos colonos. Em dado momento da revolução, Gadsden oferece a bandeira com a imagem da serpente a um capitão da marinha americana, que a coloca no mastro de seu navio antes de partir para a interceptação marítima de navios britânicos. Era a consagração do símbolo como um ideal de liberdade.

A bandeira de Gadsden, portanto, é lembrada até hoje como um ideal daquilo que o povo americano almejava e fez sacramentar a sua independência em julho de 1776: a liberdade, a vida, e a propriedade.

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Em linhas gerais, a cascavel, embora inofensiva quando não ameaçada, está preparada para dar o bote em todos aqueles que ousarem pisar na sua liberdade. A serpente, logo, simboliza a reatividade contra ataques externos.

A referência à figura da serpente remonta aos anos anteriores à Revolução Americana no século XVIII. Benjamin Franklin, uma influência já em meados de 1750, passou a utilizar, nas colunas do jornal em que escrevia, a figura de uma serpente fatiada em pequenas partes, a fim de simbolizar a desunião das treze colônias americanas frente à exploração da coroa britânica.

A medida em que a insatisfação com o império aumentava, os povos americanos passaram a se unir e organizar, o que culminou com o progressivo aumento dos conflitos.

Nesse processo revolucionário, surge a figura do general Christopher Gadsden, também grande liderança à época, que sugere a Benjamin Franklin que a imagem de uma serpente, de certa forma já conhecida pelo povo naquele contextos de união, fosse usada em uma bandeira para representar a luta do povo americano contra a tirania.

No auge da guerra, a imagem da serpente já estava internalizada no imaginário popular dos colonos. Em dado momento da revolução, Gadsden oferece a bandeira com a imagem da serpente a um capitão da marinha americana, que a coloca no mastro de seu navio antes de partir para a interceptação marítima de navios britânicos. Era a consagração do símbolo como um ideal de liberdade.

A bandeira de Gadsden, portanto, é lembrada até hoje como um ideal daquilo que o povo americano almejava e fez sacramentar a sua independência em julho de 1776: a liberdade, a vida, e a propriedade.